Crédito para elas: Rede de Mulheres do Banco da Família celebra sua primeira liberação

ede de Mulheres do Banco da Família celebra sua primeira liberação

O Banco da Família alcançou um marco importante na promoção da inclusão financeira e no fortalecimento do empreendedorismo feminino. Foi realizada a liberação de crédito para o primeiro grupo de participantes do projeto “Rede de Mulheres”, marcando o início de uma nova etapa voltada à autonomia econômica das mulheres. A assinatura do primeiro contrato, que integra um projeto piloto da instituição, aconteceu na manhã do dia 20 de março, na sede administrativa do Banco da Família em Lages. O momento contou com a presença da presidente Isabel Baggio, reforçando o compromisso da instituição com o crescimento sustentável e a valorização das mulheres empreendedoras. Inspirado no modelo bem-sucedido da Banca Comunal de Mulheres da Fundação Paraguaia, o programa é baseado na solidariedade e no fortalecimento coletivo. Mulheres organizadas em grupos recebem estímulo ao empreendedorismo, acesso a capacitações e soluções financeiras responsáveis, além de apoio mútuo que impulsiona o desenvolvimento pessoal e profissional de cada integrante. A iniciativa é conduzida pela Diretora Administrativa, Geórgia Waltrick Michielin Schmidt, com supervisão de Izabela Ramos, do setor de Responsabilidade Social e também o suporte da Agente de Crédito Karina Matos, que tem mais de 20 de experiência e história com o Banco da Família. Juntas, lideram esse projeto com grande potencial de transformação social, especialmente para mulheres que atuam em negócios informais e que agora têm a oportunidade de ampliar suas atividades e melhorar a qualidade de vida de suas famílias e comunidades. Essa conquista é fruto da parceria entre o Banco da Família e a Fundación Paraguaya, referência na metodologia com mais de 20 anos de atuação e 80 mil mulheres atendidas no Paraguai, além do apoio da Locfund, fundo especializado em financiar instituições de microfinanças na América Latina e no Caribe. O Banco da Família segue firme em sua missão de promover inclusão, desenvolvimento e transformação social por meio das microfinanças. Este é apenas o começo de uma jornada de impacto positivo para milhares de mulheres.

Banco da Família se prepara para novo modelo de inclusão com base em experiência no Paraguai

Banco da família visita Fundação Paraguaia

Entre os dias 20 e 23 de janeiro de 2025, o Banco da Família teve a oportunidade de viver uma experiência transformadora: uma visita à Fundación Paraguaya, em Assunção no Paraguai, para conhecer de perto a metodologia aplicada no Comitê de Mulheres — modelo de sucesso que promove inclusão social, fortalecimento econômico e empoderamento feminino. Com o apoio da Locfund (fundo especializado em financiar instituições de microfinanças na América Latina e no Caribe), durante quatro dias intensos, nossa equipe acompanhou de perto a dinâmica dos grupos, suas estratégias de organização e, principalmente, o impacto positivo que esse modelo gera nas comunidades. Mais do que acesso ao crédito, o comitê promove autonomia, apoio mútuo e crescimento coletivo. A Fundación Paraguaya é referência internacional quando o assunto é erradicação da pobreza, inclusão financeira e desenvolvimento sustentável. Com mais de 35 anos de atuação, a organização já impactou milhares de famílias por meio de programas inovadores em microfinanças, educação e empreendedorismo. Representando o Banco da Família, participaram da imersão: Geórgia Waltrick Michielin Schmidt – Diretora Administrativa Izabela Ramos – Supervisora de Responsabilidade Social Karina Matos – Agente de Crédito A equipe foi recebida calorosamente por grandes nomes da Fundación Paraguaya, como Luiz Fernando Sanabria (Diretor Geral), Omar Sanabria (Gerente de Microfinanças) e Lucas Sarda (Gerente Operacional), que compartilharam detalhes sobre a metodologia e os resultados conquistados ao longo dos anos. O que mais nos chamou a atenção foi a solidez e rentabilidade do modelo, sustentado por uma forte cultura de solidariedade e autonomia. Os grupos vão muito além do crédito: eles se transformam em redes de apoio e espaços de desenvolvimento pessoal e coletivo. Essa visita não só reforçou nosso compromisso com a inclusão financeira das mulheres, como também trouxe insights valiosos para a implementação de um modelo semelhante no Brasil. Estamos certos de que a cooperação, a estrutura e o olhar humano transformam realidades.